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Cinco pontos à 13.ª jornada? O FC Porto que não se iluda: o passado não vai salvar um líder tremido

 


O FC Porto sonha hoje em abrir cinco pontos de vantagem. Sonha — porque, na prática, isso não muda absolutamente nada.

E, se os dragões querem agarrar-se a estatísticas do século passado para se sentirem campeões em dezembro, então estão a admitir aquilo que toda a gente percebeu: este FC Porto vive mais de passado do que de presente.


O Benfica? Esse está vivo, a crescer, a morder os calcanhares.

E o que vem aí é muito maior do que uma vantagem construída à base de sofrimento nos jogos e discursos de grandeza artificial.


1. Porto ganha… mas não convence. E todos veem isso.


Os números dizem uma coisa, o futebol diz outra.

Este Porto não mete medo a ninguém. Não domina, não controla, e mostra fragilidades atrás de fragilidades sempre que é apertado.

Pode até ganhar ao Tondela — “pode”. Mas jogar como candidato é outra conversa.


Se esta equipa fosse assim tão forte, não precisaria de se esconder atrás de estatísticas de 2010, 2008 ou 2004.


2. O Benfica de Mourinho está a cozinhar algo inevitável


Mourinho anulou Porto e Sporting em campo. Não tremeu, não se encolheu, não se deixou encostar.

E conseguiu isto com uma equipa que ainda está longe daquilo que ele quer.

Quando janeiro chegar, o Porto vai ter de lidar com um Benfica reforçado, preparado e com um treinador que sabe virar campeonatos como quem respira.


E aí, sim: veremos quem aguenta o embalo.


3. Os portistas agarram-se ao passado porque o presente assusta


A frase “quando o Porto teve cinco pontos foi campeão” parece bonita.

Mas é apenas isso: bonita.


O futebol português mudou, os adversários mudaram, e o Benfica — finalmente — tem um líder no banco que não se intimida com folclore estatístico nem com histórias de museu.


O Porto quer viver de tradição?

O Benfica quer viver de resultados.

E isso faz toda a diferença.


4. Primeiro ganhem. Depois falem.


Os dragões ainda nem passaram por Tondela e já falam em vantagem histórica.

Enquanto isso, Mourinho faz o que realmente interessa: trabalha em silêncio, melhora o coletivo, afina a máquina e prepara o ataque ao topo.


O campeonato não acaba na 13.ª jornada.

Mas pode muito bem começar a tremer para o lado azul.

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